Fazendo história e comemorando com cerveja

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Porque a Record é a escolha natural para veicular a primeira campanha de cerveja artesanal do mundo em TV aberta.

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Foto: Divulgação / 11:21

O mercado de cervejas artesanais cresce vertiginosamente no Brasil e no mundo há vários anos e assim continuará por muitos ainda.

Com este dado na mão, começamos a pesquisar sobre quem hoje no Rio de Janeiro consome as marcas artesanais brasileiras e importadas. Se você fizer isso, mesmo que de forma informal, vai encontrar bares especializados em Ipanema, no Complexo do Alemão, em Copacabana, Ricardo de Albuquerque, Flamengo ou Méier, Vidigal, Tijuca ou Botafogo.

O carioca adora cerveja, e cada dia mais toma gosto pelas marcas artesanais. Por isso, há muito que as marcas de qualidade superior e sabores variados romperam a barreira dos especialistas ou da elite que paga mais caro por qualidade: o brasileiro em geral apredeu e aprende a cada dia a pagar mais por qualidade. Em vez de tomar trocentas latas de cerveja ruim, que tal escolher aquela marca premium ou artesanal e saborear menos em quantidade e mais em qualidade?

Esta é a origem do passo histórico que a Cerveja Rio Carioca, através da 11:21, resolver dar: entrar em TV aberta, coisa que nenhuma marca no Brasil e no mundo fizeram. Isto mesmo, a Cerveja Rio Carioca é a primeira cerveja artesanal do mundo a entrar em TV aberta, e entrar pesado, com três comerciais e dois merchan breaks, num flight de mais de 40 comerciais, frequência compatível com a marca que a Rio Carioca deseja ser.

Mas porque a Record? Ora, se estamos querendo uma emissora que é a cara do Rio e que nos dá abrangência, se a gente quer falar com este público de várias classes sociais e que enxerga e curte o novo, a mudança, qualidade, conteúdo e bom gosto, e ainda por cima com números de audiência parrudos, a escolha natural é a Record.

A campanha vem com três filmes que, além de muito humor e produção impecável, brincam com a própria propaganda de cerveja tradicional, que mostra quase sempre mulheres bonitas em trajes sumários (como se o público de cerveja fosse 100% masculino) ou testemunhal com artistas pagos para elogiar a marca. E de quebra, a gente vai brincar com a obrigatoriedade da frase final, o “beba com moderação”. Esta linguagem do humor, da meta linguagem, o popular com bom gosto, tem tudo a ver com a Record e sua grade.

Resumindo: a Record é a cara do Rio, que é a cara da Rio Carioca e a escolha neste momento de fazer história foi muito natural. Um brinde à Record com Rio Carioca!

Por Gustavo Bastos – Sócio Diretor de Criação da 11:21 Simplicidade Criativa